Quase metade dos eleitores de Alckmin preferem Haddad no segundo turno Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit. Quis, neque soluta

Postado em 07 de Outubro de 2018

Datafolha

Apesar de Jair Bolsonaro (PSL) ter hoje uma vantagem de 15 pontos percentuais nos votos válidos sobre Fernando Haddad (PT) - de acordo com a última pesquisa do Datafolha, divulgada na noite do último sábado (6) - a distância entre os dois numa projeção de segundo turno é de apenas dois pontos. O que, inclusive, os coloca em condição de empate técnico. 

Uma das explicações deste equilíbrio no segundo turno está em um dado revelado pela pesquisa: Quase metade dos eleitores de Geraldo Alckmin, candidato do PSDB - rival histórico do PT desde 1994 - revelaram preferência por Haddad em uma disputa direta com Bolsonaro. São 45% que migrariam para Haddad contra 32% que votariam no ex-capitão. Outros 22% garantiram que anulariam o voto diante de tal cenário. O número de indecisos é baixo: 2%. 

A maior transferência de eleitores tucanos para Haddad chama a atenção, mas é quase uma regra no atual cenário. Apenas os eleitores de João Amoêdo (51% x 21%) e do Cabo Daciolo (57% x 26%) têm uma maior preferência por Bolsonaro no segundo turno. 

Como esperado, são os eleitores de Ciro que devem dar sustentação à Haddad no segundo turno. O Datafolha aponta que 67% dos que escolheram o candidato do PT preferem migrar para o PT, contra apenas 14% que optariam por Bolsonaro. No universo dos que estão com Marina, a diferença diminuiu um pouco: 61% x 20%. 

O Datafolha entrevistou 19.552 eleitores de 382 municípios na sexta (5) e no sábado. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-01584/2018 e foi contratada pela Folha e pela TV Globo. 

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