Publicada em 22/08/2018 às 09h14.
Santa fica em alerta para jogo catimbado e duro do Operário
O presidente Constantino Júnior também ajudou a montar a logística de viagem

Por: Daniel Lima, da Folha de Pernambuco

Santa Cruz x Operário/PR
Santa Cruz x Operário/PRFoto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

O Santa Cruz definiu a programação que pode valer o acesso à Série B. Com o treinador Roberto Fernandes prevendo um jogo “catimbado” do Operário/PR, a diretoria de futebol e a comissão técnica traçaram a estratégia para a decisão pelo jogo de volta das quartas de final do Campeonato Brasileiro da Série C. Após vencer a equilibradíssima partida de ida do mata-mata por 1x0, no estádio do Arruda, no último domingo, o Tricolor espera um novo duelo pegado e toma seus cuidados para segurar o rival, invicto como mandante na temporada, no estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa, local do confronto do próximo domingo, às 15h.

O presidente Constantino Júnior também ajudou a montar a logística de viagem, organizada da seguinte forma: embarque para Curitiba às 13h30 da próxima sexta-feira, repouso na cidade no mesmo dia, treino no CT do Coritiba, sábado, às 8h, seguido de descanso no hotel e viagem para Ponta Grossa, que fica a uma hora de distância da capital paranaense, apenas no dia da partida.

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Pelas informações colhidas por Roberto Fernandes, o Operário/PR vai prezar mais uma vez pelo jogo duro. No primeiro encontro, por exemplo, o adversário recebeu sete cartões amarelos e mostrou que, com a marcação forte, comete muitas faltas.

“Vale ressaltar que a equipe do Operário/PR teve 67 cartões amarelos só na primeira fase (20 mais que o Santa Cruz). E fez muito mais faltas que a gente no Arruda. Tive a oportunidade de conversar com técnicos que o enfrentaram no Paraná. Avaliaram o jogo deles lá como catimbado, pegado. Já é bom esperarmos esse tipo de dificuldade", alertou o comandante.

Segundo o atacante Robinho, os paranaenses até ameaçaram os atletas tricolores quando jogaram no Recife. “No jogo daqui, eles mesmos falaram que lá iam bater mais. E já recebemos a informação que na casa deles acontece isso mesmo. A torcida é chata, o alambrado é perto, jogam copos (no campo) e fazem muitas coisas. Vai ser uma ‘guerra’. Vamos entrar no gramado com 'sangue nos olhos', mas procurando estar focados em jogar futebol”, declarou em entrevista coletiva. Ele ainda relatou o que escutou dos jogadores rivais e deixou claro que foi intimidado verbalmente.

“Sofri uma falta e fui bater rápido. Aí fingi bater. O cara passou por mim e disse: ‘aqui é fácil, quero ver lá’. Já deu para ver que vai ser (um clima) diferente e não tem o que fazer. É jogar e dar a vida. Não tem outra forma”, revelou Robinho.

 

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