Sorvetes caseiros com vodka viram sucesso no carnaval de Olinda Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit. Quis, neque soluta

Postado em 12 de Fevereiro de 2018

Por Cláudia Ferreira, G1 PE

 

Júlia Albertim exibe, com orgulho, os sorvetes de saquinho com vodka, que estão sendo vendidos em Olinda (Foto: Cláudia Ferreira/G1)Júlia Albertim exibe, com orgulho, os sorvetes de saquinho com vodka, que estão sendo vendidos em Olinda (Foto: Cláudia Ferreira/G1)
Júlia Albertim exibe, com orgulho, os sorvetes de saquinho com vodka, que estão sendo vendidos em Olinda (Foto: Cláudia Ferreira/G1)

Brincar carnaval pelas ladeiras de Olinda exige muita resistência. Ainda mais sob o forte calor e a alta umidade relativa do ar. Para ajudar o folião a seguir os blocos e troças pelo Sítio Histórico, os ambulantes oferecem uma bebida que está virando sucesso: sorvete caseiro feito com vodka. Além de refrescar, a iguaria, que vem em um saquinho, serve como 'combustível' para a farra.

A estudante Júlia Albertim, de 23 anos, elenca, de forma orgulhosa, os sabores de sua 'fórmula mágica'. "Tem de morango, morango com leite, maracujá, abacaxi e tangerina com morango. Eu mesma faço todos", afirma.

Marina segura a placa e anuncia o seu sorvete com bebida, em Olinda (Foto: Cláudia Ferreira/G1)Marina segura a placa e anuncia o seu sorvete com bebida, em Olinda (Foto: Cláudia Ferreira/G1)
Marina segura a placa e anuncia o seu sorvete com bebida, em Olinda (Foto: Cláudia Ferreira/G1)

Enquanto Júlia Albertim faz propaganda, uma cliente passa e anuncia: "É uma delícia, mas só tem vodka."

Cada sorvete de saquinho, chamado em Pernambuco de dudu, custa R$ 3. Quem leva dois, paga R$ 5. "Tem muita saída. Eu cheguei quase agora e já vendi metade do que eu trouxe", comemorou Júlia.

No mesmo ritmo, Marina Spinelli anuncia seu produto: "Tem chup chup alcoólico. Um é R$ 3, dois é R$ 5!". Além dos sorvetes de fruta, a estudante, de 23 anos, oferece um sabor especial: sacolé de mojito, feito com limão e hortelã.

Ela conta que dá para aproveitar a folia enquanto trabalha. "A gente se fantasia e vai seguindo os blocos, brincando, se divertindo e vendendo", diz Marina.

Ela afirmou que não consegue consumir os próprios produtos. "Não posso tomar. Só se sobrar, mas nunca sobra", observou.

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